Para poder morrer
Guardo insultos e agulhas
Entre sedas do luto.
Para poder morrer
Desarmo as armadilhas
Me estendo entre as paredes
Derruídas.
Para poder morrer
Visto as cambraias
E apascento os olhos
Para novas vidas.
Para poder morrer apetecida
Me cubro de promessas
Da memória.
Porque assim é preciso
Para que tu vivas.
Hilda Hilst.
sábado, 14 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Pensamentos Publicos
Você é minha cena,minha poesia e meu pão de cada dia..
Me embriago de você..
que me interra em um ortodoxo de sensações.
e tenho a ousadia de descriar o que é feito por mãos permanentes.
Pensamentos ralos,palavras xulas,descrio,e recrio por você..
Jéssica Azevedo.
Me embriago de você..
que me interra em um ortodoxo de sensações.
e tenho a ousadia de descriar o que é feito por mãos permanentes.
Pensamentos ralos,palavras xulas,descrio,e recrio por você..
Jéssica Azevedo.
domingo, 1 de agosto de 2010
Escritos para Ana Paula
A brutalidade da vida lhe fez mulher
a ousadia passou a caminhar contigo
as palavras já não eram medidas e sim ditas ao vento que levaram-nas para um circuito de forças,que muitos uniram para tal.
a vida passou a ser mais interrogada do que a interrogação que lhe faziam.
a vida lhe vestio de abraços,e ela começou a pintar um novo mundo
mundo que a encorajou a ser e a ter e agora ela caminha para compor sua verdade,e em cada caminho que seus pés tocam,lá se monta uma bela flor,flor de Ana paula..
Jéssica Azevedo.
a ousadia passou a caminhar contigo
as palavras já não eram medidas e sim ditas ao vento que levaram-nas para um circuito de forças,que muitos uniram para tal.
a vida passou a ser mais interrogada do que a interrogação que lhe faziam.
a vida lhe vestio de abraços,e ela começou a pintar um novo mundo
mundo que a encorajou a ser e a ter e agora ela caminha para compor sua verdade,e em cada caminho que seus pés tocam,lá se monta uma bela flor,flor de Ana paula..
Jéssica Azevedo.
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